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Paulo Freire (1995) reflete que “Se realmente a educação é...

Paulo Freire (1995) reflete que “Se realmente a educação é também – mesmo que não exclusivamente – uma certa teoria do conhecimento posta em prática, isto significa ser impossível pensar em educação sem pensar em conhecimento”. Na mesma obra, o autor analisa que “no processo de produzir e de adquirir conhecimento, terminamos também por aprender a tomar distância dos objetos”, o que “pressupõe a percepção dos mesmos em suas relações uns com os outros”, e destaca que “o processo de conhecer nem é neutro nem é indiferente.” Na obra Pedagogia da Autonomia, Freire (2000) afirma que, “como experiência especificamente humana, a educação é uma forma de intervenção no mundo. Intervenção que, além do conhecimento dos conteúdos bem ou mal ensinados/aprendidos, implica


A

vigilância ética para não contaminar a prática pedagógica escolar com posições político-partidárias ou religiosas”.


B

transferência, a todos, de uma leitura de mundo que os induza à luta pela liberdade, na busca de acabar com a opressão”.


C

tanto o acolhimento do saber de experiência feito dos educandos quanto o rompimento de sua curiosidade ingênua pela curiosidade epistemológica”.


D

tanto o esforço de reprodução da ideologia dominante quanto o seu desmascaramento”.


E

o diálogo como método de conscientização do educando sobre seu direito de adquirir conhecimentos para ser capaz de melhorar sua realidade de vida”.