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“A pedagogia libertária espera que a escola exerça uma transformação na personalidade dos alunos num sentido libertário e autogestionário. A idéia básica é introduzir modificações institucionais, a partir dos níveis subalternos que, em seguida, vão "contaminando" todo o sistema. A escola instituirá, com base na participação grupal, mecanismos institucionais de mudança (assembleias, conselhos, eleições, reuniões, associações etc.), de tal forma que o aluno, uma vez atuando nas instituições "externas", leve para lá tudo o que aprendeu. Outra forma de atuação da pedagogia libertária, correlata à primeira, é – aproveitando a margem de liberdade do sistema - criar grupos de pessoas com princípios educativos autogestionários (associações, grupos informais, escolas autogestionárias).” (LIBÂNEO, 1984, p. 25-26).
Considerando-se a descrição acima, verifica-se que ela se refere, especificamente, a uma tendência pedagógica
liberal e aos pressupostos desta quanto a sua concepção, conteúdos e métodos apropriados aos processos de ensino-aprendizagem.
progressista libertadora e à sua visão de mundo acerca da relação entre escola e Estado.
liberal tradicional em sua forma de ver o papel da escola, os conteúdos de ensino, os métodos, o relacionamento professor-aluno e os pressupostos de aprendizagem.
progressista denominada “crítico-social dos conteúdos” e ao modo como essa, a partir da sua concepção de escola, pensa a autogestão social.
progressista libertária e ao modo como esta, a partir de seus fundamentos epistemológicos, entende o papel da escola.