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“Quando se fala em Educação Inclusiva nossas ideias sobre o currículo se tornam ainda mais centrais, e a questão da cultura e do que nós – professores – entendemos por diversidade cultural deve ser levado em conta para o desenvolvimento das práticas inclusivas na escola” (Vianna, Silva, 2014, p.11).
Nesse sentido, pensar a alfabetização na perspectiva da inclusão educacional requer:
Pensar em práticas pedagógicas tendo como princípio a homogeneização.
Mudar a cultura escolar, mudar os modos de ser e estar, os ritos e as práticas existentes nesses espaços.
Um professor alfabetizador que realize um desenvolvimento curricular único, com a ideia de aluno padrão.
Ensinar a partir da ideia de aprendizagem como transmissão e com o modelo de escola como estrutura de reprodução.
Um professor especialista que assuma o ensino do aluno com deficiência, transtorno global do desenvolvimento e altas habilidades/ superdotação.