

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Perrenoud (1999) faz uma crítica à forma como as avaliações são aplicadas no contexto escolar. Segundo o autor, de modo geral, as avaliações são focadas no processo classificatório e generalizado e não existe uma preocupação em obter um norte sobre a trajetória individual do aluno. D’Ambrosio (2001) endossa o pensamento do autor afirmando que, muitas vezes, um aluno que se sai bem numa avaliação de desempenho em matemática não necessariamente sabe transferir o conhecimento aplicado nesse teste em uma situação nova. No contexto do ensino de matemática, o alvo de crítica dos autores seriam as avaliações que:
levam em consideração o processo formativo do aluno, procurando compreender os seus erros como indícios para compreender o seu nível de aquisição ou domínio sobre um conteúdo.
buscam compreender os processos desprendidos para a resolução do problema pelo aluno e não apenas o rigor do resultado final obtido.
procuram averiguar essencialmente o resultado final correto, além de valorizar o processo empregado pelo aluno para chegar no resultado final.
pouco consideram o processo empregado pelo aluno e valorizam apenas a apresentação sistemática do resultado final correto.
possuem como proposta uma intervenção diferenciada, organização de horários e de grupos-aula que proponham transformações radicais das estruturas escolares.