Imagem de fundo

Santos e Schnetzler (1998) in Chassot e Oliveira (1998)...

Santos e Schnetzler (1998) in Chassot e Oliveira (1998) discutem a importância da Ciência para o desenvolvimento da cidadania, assim como “possíveis situações de nosso cotidiano que têm limitado os direitos do cidadão e reduzido sua participação em processos decisórios” (p. 99). Nesse sentido, na linha de pensamento dos autores, o utilitarismo radical no ensino de ciências (aqui, englobando-se a química) é visto:


A

como método pedagógico a ser proposto em escolas que não possuem laboratórios ou espaços para atividades práticas, viabilizando esta importante abordagem.


B

como uma proposta que deve ser implementada junto a metodologias ativas, já que possibilita uma abordagem histórico-crítica do processo científico.


C

como uma metodologia que deve ser extinta do debate pedagógico, haja vista que privilegia respostas a problemas práticos, não levando, portanto, a um pragmatismo radical.


D

com ressalvas, já que tal forma de pensamento pode limitar a compreensão do desenvolvimento da ciência, pois diversas descobertas científicas não surgiram apenas como resposta a problemas práticos.


E

como o caminho a ser seguido no ensino de ciências, uma vez que, para tal linha de pensamento, a aprendizagem deve focar na solução de problemas práticos de natureza experimental.