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Embora os Parâmetros Curriculares Nacionais não contemplem...

Embora os Parâmetros Curriculares Nacionais não contemplem orientações para o ensino do Português como segunda língua, pode-se perfeitamente adotar esta concepção sobre o texto nessa perspectiva pedagógica, sem negligenciar os outros aspectos relevantes. No caso do ensino para surdos, o texto, concebido como segunda língua na modalidade escrita,


A

deve ser muito simples, pois eles só precisam do Português para assuntos muito específicos, como identificar contas bancárias e nomes de ônibus, por exemplo.


B

constitui apenas uma pequena parte do grande universo que são as práticas sociais fundadas na alfabetização.


C

é ferramenta básica de comunicação entre os ouvintes, enquanto os surdos devem se valer dos abundantes recursos da Língua de Sinais Brasileira.


D

deve ser apresentado com propostas metodológicas sem que haja necessariamente a articulação dessas práticas em atividades contextualizadas.


E

parece ser de importância capital, tendo em vista que, embora os surdos não tenham o português como língua materna, estão inseridos em boa parte dessa cultura linguística.