

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
A equipe pedagógica do Ensino Fundamental II de uma escola tem buscado instaurar uma cultura avaliativa na qual a avaliação formativa é entendida como parte inerente do processo de ensino-aprendizagem. Daniela, uma das professoras, propôs a inclusão de instrumentos de autoavaliação, a serem preenchidos pelos próprios estudantes. Tendo em vista o que discute o documento Indagações sobre Currículo: currículo e avaliação (FERNANDES, FREITAS, 2007), a proposta da autoavaliação é
errada, pois coloca o propósito ético pedagógico de autoconhecimento do estudante em um processo formal de atribuição de notas ou conceitos, esvaziando seu sentido de autonomia.
errada, pois banaliza o caráter de acompanhamento pessoal e comprometido do professor do desenvolvimento de seus estudantes a partir de saberes pedagógicos que fogem ao senso comum sobre avaliação.
acertada, pois, quando ocorre ao final do processo, com a finalidade de apreciar o resultado, permite aos alunos comparar seu desempenho com o de seus colegas, promovendo uma cultura saudável de desafio e motivação.
acertada, pois é uma ferramenta que propicia maior responsabilidade aos estudantes acerca de seu próprio processo de aprendizagem e de construção da autonomia.
acertada, pois promove um ajuste de aumento de notas, evitando o tradicional equívoco de penalizar estudantes de baixo desempenho, excluindo-os dos processos formativos com mecanismos como a repetência.