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O processo alfabetizador tem uma tradição de séculos ligada à ideia de aprender o alfabeto, cuja preocupação era como ensinar a ler e a escrever, como estabelecer a correspondência entre a oralidade e a escrita. A partir da década de 1970, as pesquisas foram desenvolvidas com foco em outra questão que afeta as práticas pedagógicas atuais. Essa questão pode ser formulada como:
O que as crianças já dominam em relação à escrita, quais suas hipóteses antes de iniciar a aprendizagem escolar?
Qual o melhor método para alfabetizar: analítico (sentenciação, palavração) ou sintético (alfabético, fônico, silábico)?
Que textos devem compor as cartilhas: frases compostas por palavras-chave estudadas ou clássicos (contos, fábulas etc.)?
Quem é o protagonista do processo: o professor responsável pelo planejamento ou o objeto de conhecimento (língua escrita)?