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O professor Moacir Gadotti (2017, p.6) assevera que "O Instituto Paulo Freire (IPF) em seus 25 anos de existência, tem retomado o projeto originário de Freire em suas parcerias com as Universidades, propondo uma Extensão Universitária na perspectiva da Educação Popular. O IPF entende a extensão como um espaço de formação cidadã e de produção de conhecimento, além de ser um espaço privilegiado de interlocução com as comunidades, que oferece elementos para repensar o projeto políticopedagógico da universidade como um todo". Sob esse prisma, é INCORRETO afirmar que:
O conhecimento pode ser produzido a partir da extensão cidadã.
A extensão contribui para o diálogo entre a universidade e a comunidade.
A formação cidadã mantém uma interlocução com as comunidades no que se refere à Educação Popular.
A extensão produz conhecimento em vista de sua formação cidadã.
A extensão universitária não pode ter grandes avanços no conhecimento com a Extensão Popular porque a formação cidadã se coaduna com a Extensão Elitista.