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Para obter êxito nas tarefas de combater o racismo, trabalhar pelo fim da desigualdade social e racial e empreender reeducação das relações étnico-raciais, a escola tem que desfazer mentalidade racista e discriminadora secular, superando o etnocentrismo europeu, reestruturando relações étnico-raciais e sociais, desalienando processos pedagógicos. Temos, pois, pedagogias de combate ao racismo e a discriminações por criar e para empreender a construção dessas pedagogias, é fundamental que se desfaçam alguns equívocos.
Adaptado de Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações ÉtnicoRaciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. Brasília/DF: Ministério da Educação, 2004, p.15.
Com base no documento citado na referência acima, as opções a seguir apresentam equívocos na educação para as relações étnico-raciais, à exceção de um. Assinale-o.
Os negros se discriminam entre si e são, muitas vezes, mais racistas que os brancos.
Experiências de algumas escolas, ainda que isoladas, ajudam muito no combate ao racismo e à discriminação.
A discussão sobre a questão racial se limita ao Movimento Negro e a estudiosos do tema e não à escola.
O racismo, o mito da democracia racial e a ideologia do branqueamento só atingem os negros.