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Ana, professora de Matemática das turmas do 6o ano de uma escola de São Paulo, observou que cerca de 40% de seus 120 alunos, incluindo 2 com baixa visão e 1 surdo-mudo, apresentaram dificuldades significativas em atividades envolvendo as quatro operações fundamentais, ao longo do 1o bimestre escolar. Na tentativa de reverter este quadro, Ana pesquisou e desenvolveu uma atividade envolvendo dominós e cartas de baralho, para ser trabalhada nos bimestres seguintes com todas turmas. Para apoiá-la com a tarefa de elaboração e adaptação de materiais para atender às necessidades dos alunos com deficiência, Ana pediu ajuda a Clara, professora de Artes da mesma escola. Clara, por sua vez providenciou materiais grandes coloridos e alguns em Braile para os alunos com deficiências. Ao final do 3o bimestre, Ana observou uma melhora significativa nos resultados dos alunos nas operações fundamentais, inclusive dos alunos com deficiência. Com base neste relato, é correto afirmar que a professora Ana atendeu, ao menos parcialmente, o que prevê a Lei no 13.146/2015, no que diz respeito ao uso de
jogos em atividades de ensino.
atividades que incluem mecânicas de jogos como ferramentas de apoio ao ensino.
Tecnologias Assistivas como forma de apoio a inclusão de pessoas com deficiência.
storyboard como ferramenta obrigatória de apoio ao ensino.
recursos audiovisuais em contextos de ensino.