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Diversos autores da área da linguística alertam para a necessidade de valorização da oralidade no contexto escolar. É fundamental pensar sobre o que podemos ensinar no que diz respeito à oralidade, um dos eixos do currículo escolar. Sobre o desenvolvimento da oralidade na escola, assinalar a alternativa CORRETA:
Não há dúvidas de que a fala é aprendida apenas na escola. Acredita-se que uma das vias de trabalho para a inserção das crianças no mundo da oralidade consiste em mostrar para elas a importância que a linguagem oral desempenha na expressão da cultura do país e da sua própria comunidade.
No cotidiano, as situações de expressão da fala são muito mais frequentes do que as situações em que os indivíduos precisam escrever. Portanto, ensinar língua oral na escola significa trabalhar a capacidade de falar em geral, defendendo a supremacia da fala em detrimento da escrita.
Brincar de roda, dizer parlendas e trava-línguas, atividades atualmente presentes nos livros didáticos, contribui para desenvolver a fluência e a articulação das palavras, aspectos importantes para a expressão oral. Sendo assim, esta é uma dimensão fundamental para o trabalho no eixo da oralidade.
O ensino da oralidade deve ser visto isoladamente, isto é, sem relação com a escrita, pois sabemos que elas mantêm entre si relações mútuas; entretanto, a oralidade como eixo de ensino deve eliminar as relações com as outras dimensões do trabalho com a língua: a leitura, a produção de textos escritos e a análise linguística, estabelecendo-se como eixo autônomo.