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Suely A. Mello, no artigo intitulado Os bebês como sujeitos no cuidado e na educação na escola infantil, argumenta que educamos os bebês no próprio ato de cuidar deles. Com relação às ações de cuidado que ocorrem no cotidiano da Educação Infantil, a autora defende que
quando não há comunicação emocional nas ações de cuidado, o bebê passa a prescindir do adulto em suas atividades de exploração.
a constância e a repetição limitam significativamente as habilidades de resiliência e improviso do bebê.
a adoção de uma coreografia de gestos planejados no cuidado do bebê prejudica a comunicação recíproca.
em tais momentos deve-se recorrer a estímulos que distraiam a atenção do bebê, evitando gerar-lhe angústia e insegurança.
uma pessoa de referência, se possível, deve realizar as ações de cuidado com o bebê todos os dias.