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Partindo da constatação de que as aprendizagens cotidianas não constituem uma modalidade de formação muito estimada, Gilles Brougère e Anne-Lise Ulmann apresentam algumas das premissas do livro Aprender pela vida cotidiana. Uma delas é:
O saber não existe em si, mas está inextricavelmente ligado à atividade dos sujeitos em contextos diversos, comuns e incomuns, sempre particulares e situados.
As aprendizagens da vida cotidiana, por serem espontâneas e fáceis de atingir, acabam por nos liberar de deslocamentos e transformações mais significativas.
Diferentemente das formais, as aprendizagens informais não se efetuam em espaços instituídos para aprender, mas apenas no curso de práticas sociais ordinárias.
O ato de aprender é voluntário e se efetua num contexto específico, demandando uma atividade constante dos sujeitos envolvidos.
Reconhecer os saberes do cotidiano reforça a hierarquização do conhecimento que estrutura nossa relação com a aprendizagem formal.