

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Leia o excerto a seguir.
“[...] por que um conjunto de salas de aula não é (necessariamente) uma escola? Por que uma sala não é (necessariamente) um ambiente? Por que uma escola não é (necessariamente) um contexto educativo? É que uma escola articula atores que mantêm relações com outros atores, desenvolvendo atividade intencional, criando memória da presença no contexto. Um contexto físico, por si só, não faz uma escola; para que um edifício escolar seja uma escola, são necessárias diversas condições.”
(Formosinho. Pedagogia(s) da infância: reconstruindo uma práxis de participação. In: Pedagogia(s) da infância: dialogando com o passado; construindo o futuro.)
Considerando que a autora defende uma pedagogia da participação (em contraste com uma pedagogia da transmissão), é correto afirmar que, para ela, um contexto que efetivamente participe do processo educativo deve
configurar-se como uma constante que influencia o comportamento e a aprendizagem da criança.
ser planejado como um segundo educador e manter uma relação bidirecional com os fenômenos educativos.
manter relações unidirecionais e aditivas com a criança, preconizando uma ação contextualizadora.
constituir-se de variáveis independentes entre si, a fim de que possam ser modificadas isoladamente.
ser autônomo e separar-se das dimensões temporal, social e cultural, a fim de valorizar sua pedagogicidade essencial.