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Leia o texto a seguir.
Na sala a protagonista era a educadora. Nos moldes da escola, a sala era um lugar de trabalho, e a professora a figura de autoridade. O pátio e a quadra são espaço para correr e brincar. Na sala, o adulto permanece no centro, conduzindo as atividades: contava histórias, cantava músicas, dizia de quem era a vez de dar cambalhota, o que iriam desenhar e pintar; e com frequência, corrigia e “dava uma mãozinha”, visando à perfeição do trabalho da criança.
Andrade, Circe M. R. Junqueira. Vamos dar a meia volta, volta e meia vamos dar: O brincar na creche. In: Oliveira. Zilma de M. R. Educação Infantil: muitos olhares. São Paulo. Ed. Cortez. 1996, pag. 76. [Adaptado].
O relato descreve a organização do tempo e do espaço de uma sala de aula, no qual se explicitam claramente o tempo de brincar e o tempo de aprender, e revela que, nesta forma de organização, confia-se
muito na aprendizagem e no desenvolvimento das crianças que se constituem nas relações sociais e coletivas; e o professor é o mediador do conhecimento.
pouco nas atividades estruturadas e programada pelos adultos, e o foco da ação pedagógica é nas atividades lúdicas e livres.
muito no potencial das crianças e caberá ao professor conduzir situações problemas para que elas possam experimentar e descobrir o conhecimento.
pouco na autonomia das crianças, o objetivo central é a transmissão do conhecimento; brincar é lazer; e ao professor caberá ensinar os conteúdos.