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Leia o texto a seguir.
O documento final da Conferência Nacional de Educação (CONAE, 2024), em seu eixo dois, debateu sobre a “garantia do direito de todas as pessoas à educação de qualidade social, com acesso permanência, e conclusão, em todos os níveis etapas e modalidades, nos diferentes contextos e territórios”. No que se refere à educação infantil, consta no documento que: “É possível observar uma grande desigualdade no acesso de crianças de 0 a 3 anos à educação nos recortes por renda, região e localização rural/urbana, com a desvantagem recaindo pesadamente sobre crianças mais pobres da Região Norte e da zona rural.”
Disponível em: <https://www.gov.br/mec/pt-br/acesso-ainformacao/participacao-social/conferencias/conae-2024/documentoreferencia.pdf>. Acesso em: 26 mar. 2024
Considerando essa afirmação e que o Acre se encontra nessa região, que considerações professores da educação infantil, junto aos conselhos educacionais, podem fazer para superar essa desvantagem?
Entender que a centralidade da responsabilidade recai sobre os professores, que desempenham um papel fundamental para a garantia deste direito, portanto devem investir em sua formação profissional.
Acreditar que essa desigualdade regional é temporária e será superada pela ação conjunta da comunidade, sem se preocupar com os aspectos socioeconômicos e históricos que constituem essa região.
Defender que, para superar essa desvantagem, é necessária a privatização dessa etapa da educação para garantir qualidade e o aumento das matrículas nas pré-escolas e creches da região.
Compreender que uma das possibilidades de superação dessa desigualdade é o direito à educação pública, gratuita e de qualidade, e uma formação pautada no exercício da cidadania desde a educação infantil.