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Sobre revisões terminológicas e nomenclaturas utilizadas para denominar as pessoas com deficiência, Carvalho (2000) alerta para o emprego de palavras com cuidado, pois elas
são preditivos de comportamentos vistos como socialmente aceitáveis ou inaceitáveis.
atuam na regulação socioafetiva dos alunos com deficiência, gerando empenho e motivação.
interferem no imaginário coletivo, podendo produzir sentimento de rejeição e discriminação social.
podem criar barreiras comunicacionais difíceis de serem superadas pela inclusão escolar.
alertam para as mazelas do uso de palavras politicamente corretas e práticas excludentes.