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Ao alfabetizar uma criança com cegueira, o educador precisa...

Ao alfabetizar uma criança com cegueira, o educador precisa compreender “como se dá o processo de construção do conhecimento por meio da experiência não visual e criar condições adequadas de acesso aos conteúdos escolares dentro e fora da sala de aula” (SÁ, 2008). Nesse sentido,


A

torna-se desnecessário considerar os conhecimentos prévios, o contexto social, as experiências e como a criança com cegueira atribui sentido ao que é vivenciado e apreendido.


B

as experiências individuais e grupais não são de extrema importância para que a criança com cegueira possa formar novos conceitos pelas vias dos sentidos remanescentes e da ativação da memória, da atenção, da linguagem e do pensamento.


C

o isolamento, a falta de incentivo e de experiências significativas, as dificuldades de interação, participação e convivência e os obstáculos encontrados na exploração do meio comprometem a formação de conceitos imprescindíveis para o processo de alfabetização.


D

o acesso aos conteúdos escolares e à construção do conhecimento concretizam-se de forma direta, particularmente no caso de alunos com cegueira congênita ou cegueira adventícia.


E

o ensino do sistema braille é suficiente para a alfabetização de crianças com cegueira congênita e com cegueira adventícia, pois compreende o processo de construção de conhecimento por meio de experiência não visual.