Imagem de fundo

A Base Nacional Comum Curricular orienta que a avaliação da...

A Base Nacional Comum Curricular orienta que a avaliação da aprendizagem na Educação Infantil deve se aproximar da realidade das crianças, servindo, essencialmente, para perceber os diferentes aspectos de sua aprendizagem — a fim de garantir a eficácia das intervenções, das orientações, dos encaminhamentos e dos demais aspectos da atividade pedagógica na organização das rotinas e aprendizagens. Neste sentido, pode-se afirmar que, na Educação Infantil, a avaliação


A

prioriza os aspectos qualitativos sobre os quantitativos no desenvolvimento cognitivo, motor, emocional e afetivo, considerando as diferentes interações manifestadas em sala de aula durante as diversas situações de aprendizagem que resultam em um parecer conclusivo final.


B

é uma tomada de decisões constantemente marcada por indicadores claros, repetidos ao longo do tempo e calcados na resposta aos estímulos oferecidos às crianças em sala de aula. Esses elementos são sempre anotados para uma decisão final sobre a sua aprendizagem no conselho de classe.


C

preocupa-se em fornecer subsídios claros para os professores do Ensino Fundamental, especialmente do primeiro ano. O objetivo principal dessa avaliação é observar e acompanhar o desenvolvimento de habilidades cognitivas e motoras que indicarão o sucesso nos anos posteriores.


D

não visa promoção ou aprovação, pois ela parte do olhar do professor que busca observar o quanto e como cada criança se aproximou de determinado objetivo de aprendizagem. Desse modo, ela configura-se como um acompanhamento tanto do desenvolvimento das crianças quanto do trabalho pedagógico.


E

é democrática, ampla, justa e coerente com a riqueza do trabalho pedagógico desenvolvido, porém, contempla direcionamentos distintos para cada etapa: na creche, a avaliação é predominantemente marcada pela observação; enquanto na pré-escola, tem-se uma preocupação com a preparação para o Ensino Fundamental.