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Uma professora do ciclo de alfabetização de uma escola da rede municipal de Uberaba realiza mensalmente uma avaliação diagnóstica com seus alunos. O objetivo dessa professora é monitorar o progresso da alfabetização das crianças de sua turma e, utilizando esses dados, desenvolver propostas de ensino-aprendizagem alinhadas com as necessidades formativas das crianças. Em uma dessas avaliações, foi solicitado aos estudantes que escrevessem as seguintes palavras: “pera”, “tomate”, “jacaré”, “pé”, “maracujá” e “xícara”.

SOARES, M. Alfaletrar: Toda criança pode aprender a ler e a escrever. São Paulo: Editora Contexto, 2020. p. 87.
Com base na avaliação apresentada acima, pode-se afirmar que este estudante encontra-se no nível de escrita
Silábico com valor sonoro, pois essa criança apresenta competência em segmentar as palavras em sílabas e compreende o conceito de que as letras representam sons da fala.
Silábico sem valor sonoro, porque essa criança compreende que a escrita se faz com letras e representa cada sílaba por uma letra, todavia sem relação delas com o som das sílabas.
Silábico-Alfabético, pois essa criança já compreendeu a possibilidade de segmentação de algumas sílabas em fonemas e utiliza mais de uma letra para representar essas sílabas.
Garatujas, uma vez que, mesmo dominando o uso das letras, evidenciou dificuldade em manter a linearidade da escrita e utiliza sequências aleatórias de letras.