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Dentre as diferentes tarefas dos educadores na atualidade, destaca-se a de “contribuir para que os sujeitos participantes do processo educativo desenvolvam a capacidade de ler – a palavra e o mundo – como instrumento de intervenção e participação social” (BAGNO et al., 2007, p. 62). Sendo assim, não é suficiente ensinar a codificar e a decodificar, mas envolver os estudantes em práticas de letramento que são:
determinadas social e culturalmente, sendo diferentes para um ou outro grupo social, pois os significados que a escrita assume dependem dos contextos e das instituições em que ela é adquirida e praticada
desenvolvidas apenas em contextos extraescolares, em que as habilidades de leitura e escrita são potencializadas a partir de situações do cotidiano
organizadas numa progressão, a partir do nível de dificuldade dos desafios oferecidos aos estudantes, porém não fazem parte do currículo prescritivo
formadas por um conjunto de habilidades individuais, ligadas à leitura e à escrita, desenvolvidas ao longo do primeiro ano do ensino fundamental e aperfeiçoadas no segundo e terceiro anos