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Em sua Pedagogia do oprimido (São Paulo: Paz e Terra...

Em sua Pedagogia do oprimido (São Paulo: Paz e Terra, 1996), Paulo FREIRE critica e rotula de “educação bancária” a prática educativa tradicionalista segundo a qual o aluno é visto como uma conta corrente vazia de um banco (turma) onde o professor vai depositando conteúdos (aulas diárias) e do qual faz saques periódicos (provas bimestrais). Em contraposição, esse autor propõe outra prática educativa, designada por ele como:


A

“Educação não diretiva”.


B

“Educação problematizadora”.


C

“Educação escolanovista”.


D

“Educação progressivista”.


E

“Educação crítico-social”.