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Conforme exposto por Strobel (2013, p. 57), “a pesquisa desse sistema SignWriting (SW) no Brasil foi desenvolvida pela doutora surda Marianne Stumpf, junto com outros pesquisadores. O primeiro contato que ela teve com esse sistema foi no ano de 1996 e em 2005 defendeu a sua tese com esse tema. Esse sistema agora é conhecido no Brasil como Escrita em Língua de Sinais (ELS).”
Baseando-se nas diferenças entre esses sistemas conforme estudado por Marianne Stumpf e nas explicações fornecidas por Strobel, qual das alternativas abaixo está correta?
Strobel afirmou que Marianne Stumpf foi a principal responsável pela adaptação do SignWriting (SW) ao contexto escolar brasileiro, incluindo a Libras. Sua pesquisa concentrou- -se na aplicação prática da escrita e leitura de sinais. No entanto, o nome deste sistema foi incorretamente mencionado por Strobel. O nome correto do sistema é, atualmente, Escrita de Língua de Sinais (ELiS) no Brasil.
Strobel afirmou que a principal diferença entre o SignWriting (SW) e a Escrita em Línguas de Sinais (ELS) é que o SignWriting (SW) foi criado por Valerie Sutton em 1974 e adaptado no Brasil por Marianne Stumpf em 1996, sendo conhecido como ELS. A Escrita de Línguas de Sinais (ELiS) seria uma evolução recente desse sistema, utilizada para o ensino de línguas de sinais no Brasil desde 2005.
Strobel não apresentou uma explicação detalhada sobre as diferenças entre o SignWriting (SW) e a Escrita de Línguas de Sinais (ELS). De fato, o SignWriting (SW), desenvolvido por Valerie Sutton em 1974 e adaptado ao contexto brasileiro por Marianne Stumpf a partir de 1996, é um sistema denominado como “SignWriting (SW)” em inglês. Strobel quis esclarecer que o nome desse sistema em inglês, SignWriting, é traduzido para o português como “Escrita de Língua de Sinais” (ELS ).
A Strobel afirmou que o SignWriting foi desenvolvido por Marianne Stumpf no Brasil em 1996 e que sua aplicação foi formalizada como Escrita de Línguas de Sinais (ELS), sendo divulgada pela professora e linguista brasileira Mariângela Estelita Barros em 2005; nesse ano, a ELS foi integrada ao currículo das universidades brasileiras.