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Severino (2002), ao tratar dos processos lógicos de estudo diz que, “o trabalho científico implica ainda outros processos lógicos para realização de suas várias etapas. Assim, para abordar determinado tema, objeto de suas pesquisas, reflexão e conhecimento, o autor pode utilizar-se de processos analíticos e sintéticos.”
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2002 p. 193.
Sobre os processos lógicos de estudo, segundo Severino, é correto afirmar que a análise e a síntese
embora se excluam, não se alinham. Na verdade, podem até ser complementares, desde que cada uma assuma seu papel diferenciado e independente na compreensão das coisas pela inteligência humana.
fazem parte de um mesmo processo de compreensão das coisas pela inteligência humana, porém cada um tem uma função diferenciada: a análise realiza a unidade das partes em um todo e a síntese decompõe o objeto para estudá-lo.
fazem parte do processo de compreensão das coisas pela inteligência humana. A análise constitui-se de uma conclusão, a síntese divide o raciocínio em duas grandes formas: a dedução e a indução.
embora se oponham, não se excluem. Pelo contrário, complementam-se. A compreensão das coisas pela inteligência humana parece passar pela análise (organização em partes) e pela síntese (o todo em suas partes constitutivas).