

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Madalena Freire (1996), sobre a ação docente, trata da importância de sermos um(a) observador(a) e esclarece que observar não é invadir o espaço do outro, sem pauta, sem planejamento, sem devolução e muito menos sem encontro marcado. Nessa perspectiva, é correto afirmar que:
Observar uma situação pedagógica é vigiá-la, garantir que o planejamento aconteça como esperado e que as crianças, assim como os demais educadores compreendam os objetivos pedagógicos.
Observar uma situação pedagógica não é vigiá-la, mas sim, fazer vigília por ela, isto é, estar e permanecer acordado por ela, na cumplicidade da construção do projeto, na cumplicidade pedagógica.
O instrumento da observação apura o olhar (e todos os sentidos) só do educador, pois o educando não pode perceber que está sendo observado, para a leitura diagnóstico da realidade pedagógica.
As observações das crianças não são válidas para o planejamento, pois elas não têm as competências pedagógicas para estabelecer conceitos e avaliar o desempenho dos colegas nas propostas.
Observação não é uma ação planejada, ela acontece de maneira espontânea, por essa razão não há possibilidade de registro, cabe ao professor(a) o registro apenas das atividades planejadas.