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Um aluno, por exemplo, que no primeiro bimestre letivo obtenha nota 10 em Matemática, no conteúdo de adição; no segundo bimestre, nota 10, no conteúdo de subtração; no terceiro, nota 4, no conteúdo de multiplicação; e no quarto, zero, no conteúdo de divisão, terá como média nota 6. A nota 6 engana quem a lê. Pode levar a crer que o educando chegou a um limiar de aprendizagem mínimo necessário nas quatro operações matemáticas com números inteiros, cujo mínimo era 5. Todavia, na verdade, ele só obteve aproveitamento satisfatório em adição e subtração; em multiplicação foi sofrível e em divisão, nulo. Esse aluno estaria carente de conhecimentos relativos à multiplicação e à divisão; no entanto, pela média, seria aprovado como se não tivesse essa carência.
O exemplo acima configura-se como o seguinte tipo de avaliação:
avaliação diagnóstica, pois busca identificar os conhecimentos prévios, dificuldades e necessidades do aluno, analisando seu o desenvolvimento desde o início no processo educativo.
avaliação somativa, já que ocorre ao longo do processo de ensino-aprendizagem e busca identificar as dificuldades e os avanços dos alunos, acontecendo de modo contínuo, diversificado e participativo.
avaliação somativa, visto que consiste em classificar o nível de aprendizagem dos alunos, a partir da pontuação dos conteúdos ao final de um período estabelecido pela escola.
avaliação formativa, visto que ocorre ao longo do processo de ensino-aprendizagem e busca identificar as dificuldades e os avanços dos alunos, acontecendo de modo contínuo, diversificado e participativo.
avaliação formativa, já que consiste em classificar o nível de aprendizagem dos alunos, a partir da pontuação dos conteúdos ao final de um período estabelecido pela escola.