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A escola é um lugar onde a criança pode fazer a experiência de “ensinante” em relação à sua família. É esse o primeiro lugar onde a criança pode “conhecer-se-conhecedora”, isto é, ter a vivência de “conhecer” algo sobre sua própria história que os adultos não podem adivinhar. Sobre a relação família-escola-aprendizagem, assinalar a alternativa CORRETA.
O processo narrativo em que a criança se inclui cada vez que fala ou escreve não permite o ingresso à lógica da subjetividade e não tem importância na construção da sua própria aprendizagem em relação ao que realizou na escola.
Ao relatar ao familiar na constituição do sujeito aprendente e ensinante, a criança posiciona-se como ensinante, pois conhece algo que o outro não conhece.
O familiar, quando não se mostra interessado no que a criança tem a relatar, demonstra que entendeu que a criança aprendeu e não necessita compartilhar, assim contribuindo para o processo de aprender da criança.
O familiar que tenta adivinhar o que aconteceu na escola estimula a criança a relatar os acontecimentos, propiciando um ambiente propício aos processos de aprendizagem.