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Carvalho (2003) entende que a substituição do antigo sistema de avaliação, ancorado em provas e na repetência, pelo sistema de ciclos foi realizada sem a devida discussão e o espaço na formação continuada de professores e, tampouco, sem alterar as condições de trabalho. Para a autora, a decorrência desse fato é a
diluição completa dos critérios de avaliação e a dependência mais acentuada desses critérios perante a subjetividade e o repertório anterior do professor.
autogestão dos professores enquanto colegiado de educadores, fortalecido devido ao abandono do Estado.
busca por soluções de avaliação ancoradas nas teorias pedagógicas, rearticulando a teoria com a prática.
diminuição gradual das desigualdades de raça, gênero e classe por ocasião da maior autonomia de trabalho docente.
emergência natural do sistema de avaliação mediadora, que deve se basear na pessoalidade da relação entre o professor, o aluno e o conhecimento.