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O professor que, não gostando de brincar, esforça-se por fazê-lo, normalmente assume postura artificial. Facilmente identificada pelos alunos. A atividade proposta não anda. Em decorrência, muitas vezes os professores deduzem que brincar é uma bobagem mesmo, e que nunca deveriam ter dado essa atividade em sala de aula. A saída desse processo é um trabalho mais consistente e coerente do professor no desenvolvimento de sua atividade lúdica [...] (KISHIMOTO, p.122,2001).
Assinale a alternativa INCORRETA:
É necessário proporcionar a criança situações de brincadeiras e aprendizado, por isso o professor/monitor deve estimular as atividades e mediar esse processo.
O professor/monitor deve buscar sempre um planejamento sobre brincadeiras para diferentes faixas etária da criança, além de criar um tempo específico para que a criança possa brincar com o objetivo de aprender.
É necessário que os educadores infantis realizem um vasto trabalho para informar à sociedade que o “brincar” é uma perda de tempo, além de ser um processo pelo qual a criança deve passar naturalmente.
O professor/monitor poderá explorar o lúdico em suas atividades em sala sem perder o objetivo principal, onde jogos e brincadeiras poderão ser inseridos como uma metodologia de ensino aprendizado.
Antes de lidar com a ludicidade do aluno, é preciso que o professor/monitor desenvolva a sua própria. A capacidade lúdica desse profissional é um processo que precisa ser também trabalhado.