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Considerando a perspectiva de Kiguel (1990) sobre a construção do objeto de saber na clínica psicopedagógica, quando um aluno manifesta resistência em tarefas escritas, apresentando intensa ansiedade diante de textos, a prática que reflete a compreensão da aprendizagem como objeto de saber em constante (re)significação é:
Propor sequências repetitivas de cópia e leitura em voz alta, tratando a ansiedade como fator a ser atenuado pela prática intensiva.
Identificar falhas metodológicas no ensino como único fator desencadeante de resistência, em detrimento da ampliação da análise sobre possíveis significados pessoais que o aluno atribui à escrita.
Investigar os significados subjetivos que o aluno atribui à escrita, promovendo reflexões que reconfigurem sua relação com a aprendizagem, em consonância com a construção dinâmica do objeto de saber.
Correlacionar a resistência do aluno a fatores emocionais internos, desconsiderando, em certa medida, aspectos socioculturais e históricos que influenciam a construção do objeto de saber.