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Em um contexto de atendimento psicopedagógico, verifica-se que os estudantes demonstram diferentes tipos de dificuldades de aprendizagem: alguns apresentam lentidão na associação entre sons e letras; outros manifestam bloqueios durante a resolução de problemas matemáticos; há também casos em que a motivação cai notavelmente diante de textos mais complexos. Com base nessas dificuldades, a postura psicopedagógica CORRETA é:
Concentrar em corrigir os erros formais do aluno, dispensando investigações sobre sua organização mental ou possíveis inibições emocionais que possam agravar as dificuldades.
Conduzir avaliações que integrem aspectos metacognitivos e emocionais, investigando como cada dificuldade se manifesta no contexto escolar e no processo interno de aprendizagem, traçando estratégias.
Subdividir as disciplinas em grupos homogêneos, classificando os alunos em função de seus diagnósticos médicos e focando em adaptações pontuais, sem fatores afetivos e cognitivos articulares.
Definir procedimentos baseados unicamente na estimativa de quociente de inteligência, pois as dificuldades surgem por limitações fixas que descartam a exploração de variáveis metodológicas ou relacionais.