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Smole e Diniz (2001) observam que, na resolução de problemas no modelo tradicional, é comum que primeiro se ensinem os conteúdos matemáticos, como alguma operação aritmética, para só então propor problemas que utilizem esses conteúdos. Assim, é frequente “exigir que os alunos comecem a resolver problemas escrevendo corretamente a sentença ou expressão matemática que o traduz”. Em relação à exigência precoce pelo algoritmo na resolução de problemas, as autoras entendem que isso pode criar
um favorecimento do raciocínio lógico-matemático dos alunos por conta do estabelecimento de um método de resolução.
benefícios de longo prazo para o desenvolvimento de competências complexas no campo da matemática associado a problemas.
dificuldades para os alunos, tanto na compreensão do que o problema pede quanto na elaboração adequada de uma estratégia para a sua resolução.
uma limitação do pensamento matemático correto, derivada da aceitação de diferentes formas de resolução pelos alunos.
a oportunidade, para as crianças, de apresentarem o que realmente pensaram sobre a situação em vez de enfatizar apenas a técnica.