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Barroso (in: Ferreira, 2008) assevera que “no quadro do sistema público de ensino, a ‘autonomia das escolas’ é sempre uma autonomia relativa”, isso porque a autonomia é
fundamental para o trabalho dos professores, mas não se estende à organização como um todo, que deve executar suas ações a partir das determinações da sua rede.
limitada ao exercício docente, já que a administração central ou regional gere melhor os recursos da educação do que os órgãos representativos das escolas.
condicionada quer pelos poderes de tutela e de superintendência do governo e da administração pública, quer do poder local.
um ideal inalcançável, constituindo um objetivo, mas nunca uma realidade efetiva das organizações escolares.
uma característica do sistema privado, que independe de restrições inerentes à rede pública que tornam a autonomia indesejável.