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É preciso que as escolas conheçam as famílias dos alunos para mapearem quantas e quais famílias podem apenas cumprir seu dever legal, quantas e quais famílias têm condições para um acompanhamento sistemático da escolarização dos filhos e quantas e quais podem, além de acompanhar os filhos, participar mais ativamente da gestão escolar e mesmo do apoio a outras crianças e famílias. É nesse sentido que a interação com famílias para conhecimento mútuo destaca-se como uma estratégia importante de planejamento escolar e educacional.
CASTRO, Jane Margareth; REGATTIERI, Marilza. (Orgs.). Interação escola-família: subsídios para práticas escolares. Brasília. UNESCO, MEC, 2009.
Nesse sentido, a escola deve
tratar mal os familiares quando o tratamento dado aos alunos em sala de aula não é bom devido ao comportamento e às atitudes das crianças, pois as práticas pedagógicas devem ser coerentes.
deixar que os alunos saibam que seus professores os conhecem e com quem moram, em que situação vivem, para que se sintam mais seguros para expressar seus medos e dúvidas na sala de aula.
desconhecer as condições reais das famílias para que isso não limite o seu espaço de responsabilidade específica e possa a planejar os apoios necessários para o grupo de alunos cujas famílias não têm condições de se envolver na escolaridade dos filhos.
colher informações dos alunos apenas na presença de pais nos espaços escolares e por meio das atividades realizadas, dispensando visitas em domicílio dos alunos, realizadas pelo próprio professor ou por outro agente educacional.