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Dados de 2019 mostraram que no Brasil, um em cada sete bebês foi filho de mãe adolescente (10 a 20 anos). A cada hora nasceram 48 bebês, filhos de mães adolescentes. Um dado preocupante é o número de bebês com mães de até 14 anos que contabilizou 19.330 nascimentos, o que significa que a cada 30 minutos, uma menina de 10 a 14 anos tornou-se mãe! Das gravidezes que ocorreram na adolescência, 66% foram não intencionais, o que significa que a cada 10 adolescentes que engravidaram, 7 referiram ter sido “sem querer”.
Internet:<https://www.crf-pr-org.br>
Considerando essa informação, bem como o que preconiza o Programa Saúde na Escola sobre saúde sexual e reprodutiva, é correto afirmar que
o currículo escolar deve estar comprometido com a construção de diferentes abordagens interdisciplinares, intersetoriais e complementares, na temática da promoção à saúde sexual e reprodutiva.
o projeto político-pedagógico (PPP) não deve incluir ações que visem à promoção da saúde sexual e reprodutiva dos estudantes, por ser este tema objeto de ação da área de saúde.
apenas profissionais da saúde devem receber formação continuada para responder às diferentes situações relacionadas à promoção da saúde sexual e reprodutiva.
a escola deve fomentar a participação das famílias em ações que abordem a saúde sexual e reprodutiva de seus filhos, evitando que os estudantes tenham acesso às informações.