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Tendo em vista a valorização das diferenças individuais e o combate à desigualdade no currículo, é INCORRETO afirmar que, para os curriculistas que adotam
os estudos culturalistas, as fronteiras entre o conhecimento acadêmico e o conhecimento do cotidiano/cultura de massa são visivelmente marcadas no currículo, pois a escola trabalha essencialmente com a cultura elaborada.
o multiculturalismo, as diferenças culturais não podem ser concebidas separadamente de relações de poder e deve-se permanentemente analisar os processos pelos quais as diferenças são produzidas através de relações de poder, assimetria e desigualdade.
a análise feminista, o termo gênero se refere aos aspectos socialmente construídos do processo de identificação sexual e há uma profunda desigualdade entre homens e mulheres na contemporaneidade.
o currículo como narrativa étnica e racial, a identidade étnica e racial relaciona-se à questão de saber e poder, a partir de um processo relacional, histórico e discursivo de construção da diferença.