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A avaliação formativa, ao contrário da somativa tradicional, insere-se no interior do processo de ensino-aprendizagem como ação reguladora. No entanto, sua implementação em larga escala é desafiada por concepções tecnicistas e pela busca de resultados mensuráveis. Segundo autores como Hoffmann, Hadji e Luckesi, uma avaliação verdadeiramente formativa requer sistematicidade, escuta ativa e reelaboração contínua das estratégias de ensino. Diante desse cenário, assinale a alternativa que expressa um obstáculo estrutural à consolidação da avaliação formativa nas escolas brasileiras.
A adoção de rubricas de avaliação dificulta a transparência dos critérios utilizados no julgamento do desempenho discente.
A cultura institucional baseada em ranqueamentos e accountability restringe o uso pedagógico dos resultados.
A utilização de devolutivas narrativas sobre a aprendizagem torna o processo menos ético por depender da subjetividade do professor.
O foco na aprendizagem processual compromete a confiabilidade dos instrumentos de avaliação em larga escala.
A necessidade de planejamento contínuo inviabiliza o uso da avaliação formativa em escolas com autonomia curricular.