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A LDB (Lei nº 9.394/96) propõe a gestão democrática como princípio organizador do ensino, o que pressupõe participação, pluralidade e autonomia institucional. No entanto, a consolidação de políticas como a BNCC e os sistemas de avaliação em larga escala introduz novas formas de controle curricular. Autores como Cury, Krawczyk e Vieira indicam que essas políticas, ao mesmo tempo que visam equidade, podem restringir a capacidade de escolas e professores de adequar práticas ao contexto local. Diante dessa ambivalência, qual alternativa expressa uma leitura crítica e equilibrada dessa tensão?
A padronização garante maior coesão entre redes, fortalecendo a liberdade de cátedra e o papel formativo do professor.
A autonomia pedagógica deve ceder integralmente às normativas centrais para assegurar resultados mensuráveis e comparáveis.
A gestão democrática exige mediação constante entre diretrizes nacionais e projetos educativos construídos em contextos escolares.
A diversidade cultural dos territórios escolares exige a supressão completa dos marcos regulatórios para garantir participação efetiva.
O protagonismo docente se fortalece com a unificação dos currículos, desde que acompanhado de metas de desempenho institucional.