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A atuação psicopedagógica no âmbito institucional demanda uma leitura crítica das práticas escolares e de seus atravessamentos subjetivos, políticos e culturais. Nesse cenário, autores como Alicia Fernández (1991) e Jorge Visca (1987) contribuem com a noção de “sintoma institucional” e “transdisciplinaridade”, destacando que o fracasso escolar não pode ser atribuído unicamente ao aluno. Considerando esse referencial, assinale a alternativa que expressa coerência com a perspectiva da Psicopedagogia Institucional.
A intervenção psicopedagógica deve priorizar a remediação individual dos sujeitos com baixo rendimento, sem interferir nas estruturas institucionais que regulam o processo educativo.
A escola, enquanto instituição, é isenta de responsabilidade nos processos de exclusão pedagógica, cabendo ao psicopedagogo apenas atuar sobre o comportamento do aprendiz.
A atuação psicopedagógica deve favorecer o diagnóstico precoce de transtornos específicos de aprendizagem, com ênfase na adaptação curricular individualizada.
A leitura institucional permite identificar padrões de repetição e exclusão que produzem o sintoma escolar, orientando intervenções que envolvam toda a comunidade educativa.
O psicopedagogo deve pautar sua atuação exclusivamente na escuta clínica individualizada do aluno, resguardando-se de interferir nas práticas pedagógicas dos docentes.