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A citação a seguir serve de base para as questões 30 e 31.
“A finalização da atividade [de escrita] não pode se satisfazer com a construção de representações fragmentárias justapostas, cada uma correspondente a uma compreensão parcial eventualmente correta, mas sem articulação com o conjunto que lhes dá unidade e coerência. [...] O problema, portanto, para todos os que se preocupam com aprendizagem e ensino, é tentar compreender esses desvios ou insuficiências da conduta da atividade de leitura, para melhor preveni-los e corrigi-los” (Fayol, 2017, p. 25).
Fonte: FAYOL, Michel. Aquisição da escrita.Tradução de Marcos Bagno. São Paulo: Parábola Editorial, 2014 (Coleção Estratégias de Ensino; v. 45).
Um professor de Língua Portuguesa, ao trabalhar com produção de textos escritos, observa que o desempenho de seus alunos aponta para diferentes níveis de aquisição da escrita. Uma forma eficiente de abordar a questão é:
corrigir os desvios sem propor a reescrita, pois o texto é um produto acabado.
trabalhar com a reescrita dos textos, para que os alunos entendam a escrita como um processo.
ignorar partes desconexas dos textos, pois os alunos se encontram em diferentes níveis de aquisição da escrita.
não promover leituras além daquelas presentes no livro didático, pois o tempo de aula precisa ser otimizado.
esperar que os alunos, com o tempo, adquiram as competências que ainda não possuem quanto ao domínio da escrita.