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Louro (2008) problematiza o modo como a voz do homem branco construiu representações so...

Louro (2008) problematiza o modo como a voz do homem branco construiu representações sociais que foram assumidas como verdades – a exemplo das mulheres consideradas como “o segundo sexo” ou gays, lésbicas e bissexuais como sujeitos de sexualidades “desviantes”.


Nesse contexto, a autora defende que a luta no terreno cultural se mostrou e se mostra, fundamentalmente, como uma luta em torno


A

da aceitação de que gênero e sexualidade são organicamente dados.


B

da reafirmação de valores morais vigentes, fragilizados pelas disputas identitárias.


C

de palavras, afastada de efeitos concretos sobre as condições de vida dos sujeitos.


D

da incompatibilidade da fé com o desejo humano de liberdade.


E

da atribuição de significados produzidos em meio a relações de poder.