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O contexto que abrange as questões de gênero e diversidade sexual é aspecto discutido de forma mais enfática com perspectivas recentes no âmbito educacional do Brasil, assim como a busca pela igualdade, respeito e reconhecimento da diversidade de gênero. Segundo Junqueira (2009), a escola ainda demonstra ser um espaço de discriminação e preconceito, desencadeadores de distintas formas de violência e exclusão. Considerando que a escola tem um desafio acirrado – enfrentar tudo o que venha a contribuir para a produção e reprodução perversa de preconceitos com relação às diversidades – ela NÃO deverá:
Coibir a reprodução de comportamentos violentos e intolerantes, que levam ao baixo rendimento escolar e exclusão através de discursos homofóbicos.
Cogitar um trabalho educacional que estabilize as reproduções hegemônicas entre as diversidades e o modelo de heteronormatividade que incide em pensar no gênero, desempenhando suas funções como a norma social quer.
Combater uma educação sexista de maneira digna, executando um trabalho cauteloso de forma didático-pedagógica, favorecendo reflexões e ações respeitosas, desestabilizando manifestações violentas e preconceitos, além de oportunizar a garantia de igualdade de direitos a todos.
Repensar o ambiente escolar com base em uma perspectiva crítica e emancipatória, que prima, acima de tudo, a valorização do indivíduo, pois crianças e adolescentes com um psiquismo em estruturação são mais vulneráveis a criar e desenvolver imagens e representações distorcidas de si e do outro.