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Ferreiro e Teberosky, psicolinguistas argentinas, iniciaram em 1974 uma investigação, partindo da concepção de que a aquisição do conhecimento se baseia na atividade do sujeito em interação com o objeto de conhecimento e demonstraram que a criança, já antes de chegar à escola, tem ideias e faz hipóteses sobre o código escrito, descrevendo os estágios linguísticos que percorre até a aquisição da leitura e da escrita.
(MENDONÇA, Onaide Schwartz; MENDONÇA, Olympio Correa de. Psicogênese da Língua Escrita: contribuições, equívocos e consequências para a alfabetização. Conteúdo de Didática de Alfabetização. UNIVESP, Presidente Prudente.)
Analise a imagem a seguir:

(Fonte: Nova Escola, 19/06/2019.)
Descreve a melhor intervenção a ser feita pelo professor para as crianças avançarem na aprendizagem da escrita:
Trabalhar a memorização das crianças, para que possam decorar os signos da escrita e avançar para a hipótese silábica, ou seja, elas devem repetir em voz alta para decorar as palavras.
Corrigir a escrita marcando os erros com caneta preta, bem como pedir para as crianças copiarem as palavras do quadro corretamente, tendo em vista que se encontram na hipótese pré-silábica.
Criar um ambiente favorável, para que a turma faça descobertas, se interesse mais por leitura e escrita, permitindo que as crianças escrevam em diversas situações, como em uma brincadeira, por exemplo.
Passar no quadro uma lista de palavras que devem ser copiadas e repetidas em voz alta enquanto são escritas e passar tarefas de cópia para casa, para que as famílias possam ajudar as crianças a avançarem para a hipótese silábica.