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As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental, em articulação com a Base Nacional Comum Curricular - BNCC, orientam um modelo de educação comprometido com a formação integral dos estudantes. À luz dessa orientação, e considerando os desafios pedagógicos do século XXI, assinale a alternativa que expressa corretamente a integração crítica do ensino híbrido às diretrizes para o ensino de Língua Portuguesa.
As Diretrizes Curriculares, ao enfatizarem a aprendizagem como construção ativa, sustentam a legitimidade do ensino híbrido como prática que permite reconfigurar os tempos e espaços escolares, sem que isso comprometa o vínculo entre aluno, linguagem e cultura.
A integração do ensino híbrido às práticas de linguagem só é considerada admissível nos anos iniciais da escolarização, sendo inapropriada para os Anos Finais do Ensino Fundamental, dada a complexidade cognitiva requerida pelos gêneros discursivos mais abstratos.
A BNCC, embora aberta à incorporação de tecnologias, adota postura cautelosa em relação ao ensino híbrido, por entender que a mediação digital tende a fragilizar a dimensão interacional do processo comunicativo nos campos de atuação.
A organização curricular proposta pela BNCC é incompatível com a personalização do ensino prevista nas abordagens híbridas, pois parte do pressuposto de que os itinerários formativos devem seguir linearidade e homogeneidade.
A incorporação do ensino híbrido, ao relativizar a centralidade do espaço escolar físico, torna-se incompatível com os princípios formativos das Diretrizes Curriculares, que pressupõem a presencialidade como condição incontornável da mediação pedagógica.