

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
A teoria curricular histórico-crítica defende a necessidade de organização do currículo da escola com um objetivo específico: estabelecer um processo de desantropomorfização. Isto significa:
Promover um ensino multiculturalista que priorize o ensino de saberes sociais, cuja escolha tem como critério as epistemologias do sul, com base na crítica feita no âmbito da sociologia das ausências. Dessa forma o ensino deve se estruturar por atividades que contemplem o respeito da diversidade e a realidade dos dominados oprimidos em detrimento dos saberes dominantes eurocentristas, heteronormativos, urbanos e burgueses.
Desenvolver um projeto de formação no qual se procura explicar a natureza sem recorrer a fenômenos existentes apenas na cultura e na sociedade. Esta é uma característica fundamental do reflexo científico da realidade que demanda a socialização do conhecimento científico na escola, posto que ele se situa no domínio da universalidade do saber elaborado.
Estruturar o currículo conforme a tendência pósestruturalista que analisa os fenômenos sociais a partir da biopolítica e dos jogos de poder, busca a superação das metanarrativas e uma nova compreensão do mundo baseado no agnosticismo, ceticismo epistemológico e relativismo.
Preservar a prioridade do desenvolvimento de projetos para socialização dos mitos e do folclore na escola.