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Nas últimas décadas, observa-se um profundo debate sobre as rotinas na prática pedagógica escolar. Sobre esse assunto, é CORRETO afirmar que:
O dia a dia do trabalho pedagógico torna a sala de aula um lugar de improvisos constantes; nesse sentido, a rotina não se justifica em nenhuma circunstância.
O professor é o mediador dos conhecimentos na sua prática cotidiana escolar e não precisa se programar e/ou estabelecer rotinas para realizar as atividades, pois elas surgem na própria dinâmica do dia a dia.
A existência de rotinas possibilita ao professor distribuir com maior facilidade as atividades que ele considera importantes para a construção dos conhecimentos em determinado período, facilitando o planejamento diário das atividades didáticas.
As rotinas escolares asseguram que alguns procedimentos básicos sejam “acordados” entre professor e alunos; entretanto, as crianças com rotinas estabelecidas apresentam maior dificuldade de aprendizagem.