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Texto para questões de 38 a 40
O Brasil, em 2022, contava com 18,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, o que representa 8,9% da população com 2 anos ou mais. Desse total, segundo o IBGE, apenas 24,3% das pessoas com deficiência tinham acesso regular à internet. Tais dados revelam a urgência de políticas públicas educacionais e práticas pedagógicas que não apenas ampliem o acesso, mas que também garantam a acessibilidade digital e comunicacional em sentido amplo. O educador deve adotar estratégias pedagógicas que promovam a inclusão social e digital em sala de aula. Isso implica a seleção de tecnologias que atendam aos diferentes tipos de deficiência — visual, auditiva, motora, intelectual e múltiplas — e que considerem diferentes linguagens: visual, sonora, tátil, textual e simbólica (Lei n. 13 146/15). Para além da seleção adequada dos recursos, espera-se, também, que o professor desenvolva nos estudantes as competências investigativas e científicas, capazes de produzir e disseminar o conhecimento de forma crítica e colaborativa.
Um professor de Computação está planejando uma atividade sobre a evolução da internet e seus impactos socioculturais, com a finalidade de disseminar conhecimentos de forma crítica e colaborativa. Assim, deve propor aos estudantes que
pesquisem sobre os marcos históricos e o desenvolvimento da internet no mundo e apresentem as principais descobertas em um seminário em sala de aula.
realizem uma pesquisa bibliográfica sobre o uso da internet para acessar serviços do governo e construam infográficos para publicar estatísticas sobre cidadania digital no mural da escola.
assistam a documentários selecionados sobre as transformações sociais decorrentes da evolução da internet e elaborem uma resenha crítica de acordo com as normas da ABNT.
entrevistem membros da comunidade do entorno sobre o uso da internet e produzam um podcast discutindo os desafios e avanços da inclusão digital no contexto local.