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No campo das políticas educacionais, a revisão de diretrizes curriculares para a Educação Infantil e os Anos Iniciais do Ensino Fundamental envolve disputas conceituais sobre a infância, o papel da escola e os modos de aprendizagem. Diferentes correntes teóricas oferecem interpretações que vão desde perspectivas tradicionais até concepções mais recentes, atravessadas por fatores históricos, culturais e pedagógicos.
Considerando esse debate, qual proposição expressa uma orientação coerente com referenciais contemporâneos?
A infância é sobretudo preparação passiva para a vida adulta, e a escola deve priorizar silêncio e repetição.
A criança é um sujeito de direitos, competente para significar o mundo, aprendendo por interação, brincadeira e mediações culturais.
A aprendizagem infantil é essencialmente maturacional e pouco influenciada por intervenções docentes.
A visão de infância é universal e atemporal, independente do contexto histórico e cultural.
A participação da família tende a confundir a aprendizagem e deve ser evitada.