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O uso de jogos e brincadeiras em algumas instituições de educação infantil é criticado quando assume “um papel pedagogizante, não garantindo o tempo e o espaço necessários para que a criança vivencie situações lúdicas e possa produzir sua própria cultura” (MASCIOLI, 2010, p. 107). Para enfrentar esse problema, ao utilizar o jogo e a brincadeira em seu trabalho educativo, o professor necessita desenvolver:
um movimento contínuo de substituição das práticas educativas pelas vivências brincantes em seu planejamento
o costume de consultar os professores mais experientes da instituição, buscando conhecer as brincadeiras que já fazem parte da cultura escolar
o hábito de variar sempre o tipo de proposta (jogo de tabuleiro, jogo de faz de conta ...), para que não se torne uma atividade desinteressante
um processo autorreflexivo, dedicando cuidados ao tipo de interações que são estabelecidas durante o jogo e a brincadeira, e ao nível de envolvimento e participação das crianças nas propostas